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Sofismo e Sofistas (3)

• 2263 dias astrás

Continuação do artigo: Sofismo e Sofistas (2)

A filosofia sofista vai um passo além e aponta que desde que foi tradicionalmente aceito que a posição julgada procedente pelos juízes era literalmente verdadeira, qualquer posição definida verdadeira pelos juízes deve ser considerada literalmente verdade, mesmo que tenha sido alcançada pelo nu favorecer do preconceitos dos juízes - ou mesmo por suborno.

Os críticos argumentam que esta afirmação se baseia em um homem de palha, caricatura do discurso lógico e é, de fato, um ato de auto-justificação de sofisma.

Vários políticos (talvez até mais) empregam sofisma, também.

- Sofistas

Qualquer professores gregos, escritores nos séculos 5 e 4 aC, a maioria dos quais viajou pelo mundo de língua grega, dando instruções em uma ampla gama de assuntos em troca de honorários.

- História do nome

O sofista prazo (sophistes gregos) tinha aplicações anteriores. Às vezes diz-se que originalmente significava simplesmente "inteligente" ou "homem habilidoso", mas a lista daqueles a quem autores gregos aplicou o termo no seu sentido mais cedo faz com que seja provável que era um pouco mais restrita, em significado. Videntes, adivinhos e poetas predominam, e os primeiros sofistas, provavelmente, foram os "sábios" nas sociedades gregas antigas. Isso explicaria a posterior aplicação do termo aos Sete Sábios (século setimo-sexta BC), que tipificava a maior sabedoria prática precoce, e filósofos pré-socráticos em geral. Quando Protágoras, em um dos diálogos de Platão (Protágoras, 317 a-b) é feito para dizer que, ao contrário de outros, ele está disposto a chamar-se um sofista, ele está usando o termo em seu novo sentido de "professor profissional", mas ele também pretende reivindicar a continuidade com os sábios anteriores como um mestre de sabedoria. Platão e Aristóteles, alteraram o sentido de novo, no entanto, quando eles alegaram que os professores profissionais, como Protágoras não estavam buscando a verdade, mas apenas a vitória no debate e foram preparados para usar meios desonestos para alcançá-lo. Isso produziu o sentido "capcioso ou falacioso ou Pasquim", que se manteve dominante até os dias atuais. Finalmente, sob o Império Romano, o termo foi aplicado a professores de retórica, de oradores, e prosadores em geral, os quais são muitas vezes considerados como constituindo o que hoje é chamado o segundo movimento sofista.

Continua no artigo: Sofismo e Sofistas (4)

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Por: Caio Mariani | www.afilosofia.com.br | caio@afilosofia.com.br | Imagem: 2.bp.blogspot.com

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