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Positivismo e Utilitarismo (2)

• 2038 dias astrás

Continuação de Positivismo e Utilitarismo

O Positivismo mudou-se da França para a Inglaterra, onde John Stuart Mill (1806-1873) e Herbert Spencer (1820-1903) contribuíram para o seu desenvolvimento. A mais importante obra de Spencer é um sistema de filosofia sintética, que foi divulgada em dez volumes, e pode ser tratada como uma enciclopédia do Positivismo. Spencer sistematizou a filosofia positivista em torno do conceito central da evolução. Foi Spencer, e não Darwin, quem cunhou a expressão "sobrevivência do mais apto". Spencer define a evolução como "uma mudança de tempo indeterminado, a homogeneidade incoerente, uma heterogeneidade coerente definida, acompanhando a dissipação de movimento e integração da matéria". A formação de planetas da nebulosa primitiva, a evolução de plantas e animais multicelulares de vida unicelular, a criação de uma sociedade de indivíduos, esta é a "integração da matéria", e que se torna cada vez mais integrada, as partes individuais mostram cada vez menos movimento. A nebulosa foi incoerente e homogênea, mas a partir dela evoluiu seres humanos cujos tecidos e órgãos mostram uma magnífica coerência e heterogeneidade. Spencer discute a evolução da vida, da mente e do último de todos: a evolução da sociedade humana.

"O grande fim de toda a atividade humana é a obtenção da felicidade. Para isso a arte foi inventada, as ciências cultivadas, as leis de ordenadas, e as sociedades modeladas, pela mais profunda sabedoria dos patriotas e dos legisladores", anunciou David Hume como um dos primeiros defensores do utilitarismo. O final do século 18 e início do século 19 viu a ascensão da teoria ética do utilitarismo, que é talvez uma das teorias éticas mais populares. O utilitarismo tenta definir o valor ético de uma ação com base no seu valor de utilidade ou a sua utilidade. A maioria dos seguidores do utilitarismo descrevem a felicidade como o objetivo final de uma ação. Utilitaristas hedonistas como Jeremy Bentham (1748-1832) e John Stuart Mill analisaram a felicidade como um prazer sobre a dor. No entanto, no século 20, o famoso filósofo britânico GE Moore (1873-1958) acreditava no utilitarismo ideal que, além do prazer de vários tipos de consciência como o amor, o conhecimento e a experiência de beleza devem ser incluídas no valor de utilidade de uma ação.

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Por: Caio Mariani | www.afilosofia.com.br | caio@afilosofia.com.br | Imagem: deviantart.net