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Immanuel Kant (2)

• 2239 dias astrás

Continuação do artigo: Immanuel Kant

Kant acredita que o conhecimento vem a ser indiscutível. Seria auto-contraditório negar o conhecimento, porque a negação é em si baseada no conhecimento e é o próprio conhecimento. Assim, Kant não aceita a posição de que nenhum conhecimento é possível. Nós possuímos julgamentos, isso é inquestionável. Então, devemos começar com a análise desses julgamentos.

Decisões podem ser classificadas de vários modos. Uma distinção entre proposições a priori e a posteriori, de acordo com suas origens. Uma proposição a priori é conhecida independentemente da experiência, de fato, mesmo antes de qualquer experiência. Uma proposição posteriori (ou uma proposição "empírica") é derivada de nossa experiência e da percepção sensorial. Por exemplo:

Uma formulação matemática, por instância: 2 + 2 = 4 é uma proposição a priori, "a América foi descoberta por Colombo" é uma proposição posteriori pois só pode ser conhecida através da experiência.

Kant fez outra distinção, que foi medíocre na filosofia de Leibniz. Há proposições "analíticas" e "sintéticas". Uma proposição analítica é aquela em que o predicado é parte do sujeito. Por exemplo, "Todos os homens velhos são homens. Todas as proposições analíticas são verdadeiras, porque seria contraditório negá-los [“Todos os homens de idade não são homens”]. A proposição sintética é aquela, que não é analítica ou seja, os conceitos de seu sujeito e predicado são independentes. Por exemplo, "Todos os homens velhos gostam de brincar com seus filhos" é uma proposição sintética.

Continua no artigo: Immanuel Kant (3)

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Por: Caio Mariani | www.afilosofia.com.br | caio@afilosofia.com.br | Imagem: 3.bp.blogspot.com

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