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Filosofia (2)

• 2192 dias astrás

Continuação do artigo: Filosofia (1)

A história da filosofia é um desenvolvimento orgânico a partir de uma visão objetiva para uma concepção subjetiva da vida, com um período tradicional do meio em que o subjetivo e o objetivo se misturam. O Pensamento antigo é chamada de objetivo, o medieval de tradicional, e o moderno de subjetivo. Podemos sugerir brevemente o que esses termos abstratos querem dizer? Da objetividade do pensamento antigo podemos entender que significa que a maneira que os antigos pensadores faziam suas reflexões sobre a vida, começavam a partir do universo como um todo. Deste externo ponto de vista, os antigos tentam ver as interconexões entre as coisas. A natureza é a realidade, os homens e os deuses são uma parte da natureza. Os processos mentais do homem ainda são uma parte da totalidade das coisas. Mesmo eticamente o homem não é um indivíduo independente, mas o membro de um estado. Quando os antigos pararam para fazer distinções entre mente e matéria, eles não pensavam no homem como um conhecedor em antítese que se importasse com o objeto conhecido, mas ele entendia que mente e matéria são como partes de um cosmos. A antítese do pensamento antigo é sim entre as aparências e a essência, não entre não-realidades e realidades, com diferentes ênfases. As tentativas dos antigos eram de especulativamente reconstruir seu mundo, mas faziam sempre do ponto de vista do mundo.

Com o pensamento medieval tradicional passaram a conceber que os homens são controlados no seu pensamento por um conjunto de doutrinas das autoridades do passado. Com a Idade Média, como o período medieval é chamado - alguns nomeiam de Idade das Trevas - tivemos um cessamento do pensamento independente da antiguidade. Homens pensavam e refletiam profundamente, mas eles eram condicionados por um conjunto de tradições religiosas. A autoridade foi colocada acima deles e esta censurou qualquer tipo de pensamento que não fosse de acordo com a Igreja. A Igreja Cristã e sua autoridade tomou o lugar do objeto do cosmos grego. Essa igreja tinha como certeza um dogma infalível, e o pensamento era permitido apenas na medida em que esclarecia o dogma, ou seja, só era viável se sua lógica, fosse direcionada para defender as verdades e os interesses dessa organização.

Continua no artigo: Filosofia (3)

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Por: Caio Mariani | www.afilosofia.com.br | caio@afilosofia.com.br | Imagem: siena.edu

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