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4 Filósofos Famosos e Suas Esquisitas Obsessões

• 1930 dias astrás

As manias esquisitas de alguns dos principais pensadores dos últimos séculos são impressionantes. Rene Descartes (1596-1650) apresentava gosto pelas mulheres estrábicas, e este detalhe foi descoberto das cartas que o mesmo trocava com rainha Cristina da Suécia.
 
Descartes não se casou, porém revelou na correspondência que o grande amor da sua vida era mulher estrábica. Após reflexão acerca do seu gosto pelas mulheres com esta complicação de visão, ele se recordou da sua paixão por garota estrábica na juventude.
 
E escreveu: “Durante muito tempo depois, quando eu via uma mulher estrábica, me sentia mais inclinado a me apaixonar por ela do que por outras, simplesmente por causa daquele defeito”.
 
Já Albert Camus (1913-1960) tinha medo de morrer jovem. Após infância difícil, Albert sofreu grave tuberculose e foi obrigado a se afastar da escola, para recuperação. Depois de 1 ano, o jovem filósofo se recuperou, vencendo a doença e retornando aos estudos. Mas, o medo da morte prematura foi carregado por Camus pela vida inteira.
 
Em curto tempo, Camus desenvolveu esta obsessão, acerca de tudo com relação à morte. Assim, o mesmo trazia no bolso uma carta de suicídio escrita pelo amigo de Trotsky, e fazia pedido para amiga dos Estados Unidos que enviasse edições da Embalmer’s Monthly, revista para embalsamadores. O filósofo morreu em acidente de carro, aos 46 anos.
 
Immanuel Kant (1724-1804) era obcecado pela rotina, e fazia disso, estilo de vida. É conhecido como famoso hipocondríaco e sua rotina era impecável. Do ano 1783, com compra de casa, até 1804 com sua morte, Kant sempre realizava as mesmas tarefas, em determinados horários, todos os dias.
 
Este filósofo despertava antes das 5 h da manhã, e vinha o chá e cachimbo. Então escrevia até 7 h, lecionava até 11 h e retornava para escrita, até às 13 hs. Kant almoçava, caminhava pelo centro da cidade de Konigsberg.
 
Os vizinhos impressionados, afirmavam que o ajuste de seus relógios era partindo do filósofo. Essa rotina é tão destacada que a rua em que o mesmo caminhava ficou popular como The Philosopher’s Walk.
 
Já Voltaire (1694-1778) era obcecado pelo café. Eram consumidas quantidades absurdas de cafeína por ele, que ignorava as recomendações médicas indicadas. Eram ao todo de 20 a 40 xícaras de café, diariamente. E a fascinação por esta bebida era tamanha, que ele pagava taxas altíssimas regularmente, para degustação de grãos de luxo importados.

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